Foi em 2014, no Salão do Automóvel de Paris que estava o stand da DS Automobiles, uma nova marca que procurava apresentar as suas credenciais ao mundo automóvel. Para isso, levou um ambicioso concept-car, o DIVINE DS. O seu design espetacular, atrativo e elegante, deixou adivinhar as linhas mestras da identidade de uma empresa que pretendia trazer o melhor savoir-faire de luxo francês para o mundo automóvel. O seu perfil luxurioso e curvilíneo incluía elementos gráficos que lhe garantiam uma personalidade vincada.

No interior, o habitáculo do DIVINE DS assumia uma clara declaração de intenções. Qualidades cuidadas ao milímetro e a colaboração de grandes nomes do universo do luxo, como a Lesage nos bordados ou a Swarovski nos cristais, a grande aposta assentou na hiperpersonalização. Na verdade, era possível optar por três universos interior totalmente diferentes entre si, que podiam ser configurados em apenas 15 minutos. No cockpit, destacava-se a presenta do touchscreen e dos mostradores holográficos. Indicadores claros do destaque tecnológico que seria de esperar nas futuras criações da marca.

Mais tarde, em 2016, a DS Automobiles apresentou o seu primeiro eléctrico. Era uma combinação de eletrificação com performance, design, luxo e requinte, tudo o que um Gran Turismo deve ter: estava apresentado o DS E-TENSE. Este concept-car apresentava números de um superdesportivo, com tração totalmente elétrica: potência de 402cv e um binário de 516Nm, com uma autonomia de 360km em circuito urbano.

Seguindo aquilo que tinha sido apresentado em 2014, também este DS E-TENSE tinha bem presente a tecnologia: recurso a fibra de carbono no chassis, iluminação Active LED Vision, grelha e elementos do painel de bordo concebidos em impressão 3D, dispositivo Clean Cabin para garantir a pureza do ar dentro do habitáculo e muito mais. No interior, eram muitos os detalhes que homenageavam o universo do luxo: uma geração de estofos em couro do tipo “Bracelet” que exigiu 800 horas de trabalho artesanal, acabamento “Clous de Paris” no painel de instrumentos, inspirado na alta relojoaria, etc. Graças à sua aparência desportiva e um interior refinado, o DS E-TENSE acabou distinguido com o prémio de “Automóvel Mais Bonito” no prestigiado evento de elegância Chantilly Arts & Elegance Richard Mille.

Mais tarde, os engenheiros da DS Automobiles tiveram total liberdade para ultrapassar as habituais limitações tecnológicas e cânones estéticos, indo muito mais além com o DS X E-TENSE. Este era um concept-car que representava como os engenheiros da marca imaginavam o futuro do luxo no automóvel. No fundo, este concept-car assumiu-se como um compêndio de formas incríveis, materiais inovadores e equipamentos revolucionários, apontando para uma data mágica: o ano de 2035. E sabem o porquê desta data? Coincidia com o 80º aniversário do DS original e que, em Portugal, foi apelidado de “Boca de Sapo”.

O DS X E-TENSE apresentava-se com uma linha assimétrica, portas em fibra de carbono e couro, inspiradas nas asas interior de várias espécies de insetos, tanto na sua forma como na sua abertura. Os faróis foram desmaterializados para que todo o veículo brilhasse com a sua própria luz, convertendo-se numa fonte de iluminação. No habitáculo, dois ambientes totalmente díspares: para quem se senta ao volante, um ambiente que evoca sensações dinâmicas e adrenalina; por outro lado, um ambiente relaxante e protetor para quem opta-se por uma condução autónoma. A sustentabilidade e a performance não foram esquecidas neste concept-car. O modelo contava com dois motores elétricos, responsáveis por gerar 540cv de potência, podendo alcançar os 1360cv na versão de pista que era preparada pela DS Performance.

Com o DS X E-TENSE a marca mostra atualmente como acha que será o automóvel daqui a 15 anos, mas o DS AERO SPORT LOUNGE foi outro concept-car criado mas para espelhar os elementos de design da DS Automobiles para o médio prazo. Uma nova linha combina eficiência e aerodinâmica, com o carácter e a força do design. As suas proporções e design estrutural foram projetadas para orientar os fluxos de ar e otimizar os consumos de energia e a performance. Até mesmo as suas grandes jantes de 23” foram criadas para assegurar o mínimo atrito. No interior é clara a aposta no requinte e na sustentabilidade, com recurso a materiais naturais e reciclados. Os ecrãs tornam-se virtuais, com duas lâminas grandes nas quais se criam formas que parecem estar suspensas no ar.

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